Diz- se que para tornar- se um Homem completo é necessário ter um filho, escrever um livro, plantar uma árvore. Pois bem, o filho é uma idéia distante. Claro, fazer um filho não é nada complicado, mas se pensarmos que isso englobaria um novo lar, fraldas, noites acordadas, emprego estável, um marido (seria interessante), e etceteras e etceteras... Prevalece a idéia da “distância”.
Já o livro, no momento é um assunto que não quero me estender muito. Minha dissertação de mestrado, meu pequeno grande livro, está a um pé do forno. Um assunto delicado para depositá-lo hoje nesse blog. Mas fica aqui a promessa de assunto para outra (s) postagem (ns).
Vim aqui mesmo falar sobre a árvore. Tive certas experiências com brotos de feijão. Outra vez comprei um saquinho de sementes de amor-perfeito. No invólucro, uma fotografia de florzinhas pequenas, coloridas, vivas, alegres! Plantei conforme as indicações. Do meu amor-perfeito, só vingou uma ou outra florzinha pálida, amorfa. Confesso que mexeu com meu psicológico. Outra vez foi um Girassol que roubei do sitio vizinho ao dos meus pais para replantá-lo. Pois bem, o coitadinho morreu desidratado.
No entanto, plantei a minha árvore. Plantar uma flor é completamente diferente de se plantar uma árvore. Vai ver é como ter um filho. Uma daquelas experiências únicas da vida, que você só realmente sabe, se a vive. Deixo aqui a minha prova. Essa debaixo é a foto da minha árvore. Foi presente de uma senhora residente da Vila Nova Conceição, um bairro rico aqui de São Paulo que se encontra perto do Parque do Ibirapuera. Estava em um daqueles momentos únicos da vida, naqueles dias que você tira o dia para vadiar. Perambulava pelo bairro com uma amiga querida, percorrendo entre as casas, uma fileira de formigas, a copa das árvores. Paramos enfrente um magnífico chapéu de sol, árvore muito comum aqui no litoral do sudeste do país, a Terminalia catappa L. (também conhecida pelos nomes amendoeira-da-índia, castanhola, guarda-sol, amendoeira-da-praia); e comentávamos de sua graça quando a senhora que habitava a casa enfrente à porção de calçada que estávamos, surgiu, oferecendo-nos um broto daquela árvore, que acabara de replantar. Voltamos alegres com os brotos. Lembro que tivemos alguns percalços. Terra rolando pelo carro. Um broto desprotegido. Salvamos. Enfim, Naima plantou o seu no meio de um caminho formado em uma colina de seu sítio e eu, na beira do rio Paraíba, que dá frente para o sítio de meus pais. Essa foto postada não é a melhor delas, mas queria mostrar os banquinhos, feitos com o tronco de uma árvore que foi alvo de um trovão na região. Pois é. Plantei. Alimentei. Hoje é uma bela adolescente. Espero agora um dia aproveitar de sua sombra. Descobri também que possui algumas propriedades medicinais. O suco das folhas é usado no tratamento de cólicas. A raiz e casca possuem propriedades adstringentes, sendo usadas contra a disenteria e febres gástricas. Para quem precisar, e quiser se aventurar, fica aí a oferta
Já o livro, no momento é um assunto que não quero me estender muito. Minha dissertação de mestrado, meu pequeno grande livro, está a um pé do forno. Um assunto delicado para depositá-lo hoje nesse blog. Mas fica aqui a promessa de assunto para outra (s) postagem (ns).
Vim aqui mesmo falar sobre a árvore. Tive certas experiências com brotos de feijão. Outra vez comprei um saquinho de sementes de amor-perfeito. No invólucro, uma fotografia de florzinhas pequenas, coloridas, vivas, alegres! Plantei conforme as indicações. Do meu amor-perfeito, só vingou uma ou outra florzinha pálida, amorfa. Confesso que mexeu com meu psicológico. Outra vez foi um Girassol que roubei do sitio vizinho ao dos meus pais para replantá-lo. Pois bem, o coitadinho morreu desidratado.
No entanto, plantei a minha árvore. Plantar uma flor é completamente diferente de se plantar uma árvore. Vai ver é como ter um filho. Uma daquelas experiências únicas da vida, que você só realmente sabe, se a vive. Deixo aqui a minha prova. Essa debaixo é a foto da minha árvore. Foi presente de uma senhora residente da Vila Nova Conceição, um bairro rico aqui de São Paulo que se encontra perto do Parque do Ibirapuera. Estava em um daqueles momentos únicos da vida, naqueles dias que você tira o dia para vadiar. Perambulava pelo bairro com uma amiga querida, percorrendo entre as casas, uma fileira de formigas, a copa das árvores. Paramos enfrente um magnífico chapéu de sol, árvore muito comum aqui no litoral do sudeste do país, a Terminalia catappa L. (também conhecida pelos nomes amendoeira-da-índia, castanhola, guarda-sol, amendoeira-da-praia); e comentávamos de sua graça quando a senhora que habitava a casa enfrente à porção de calçada que estávamos, surgiu, oferecendo-nos um broto daquela árvore, que acabara de replantar. Voltamos alegres com os brotos. Lembro que tivemos alguns percalços. Terra rolando pelo carro. Um broto desprotegido. Salvamos. Enfim, Naima plantou o seu no meio de um caminho formado em uma colina de seu sítio e eu, na beira do rio Paraíba, que dá frente para o sítio de meus pais. Essa foto postada não é a melhor delas, mas queria mostrar os banquinhos, feitos com o tronco de uma árvore que foi alvo de um trovão na região. Pois é. Plantei. Alimentei. Hoje é uma bela adolescente. Espero agora um dia aproveitar de sua sombra. Descobri também que possui algumas propriedades medicinais. O suco das folhas é usado no tratamento de cólicas. A raiz e casca possuem propriedades adstringentes, sendo usadas contra a disenteria e febres gástricas. Para quem precisar, e quiser se aventurar, fica aí a oferta

3 comentários:
Liloquinha, preciso dar uma espiada na minha cria da colina, pois já deve estar bem crescidinha... Ler esse desvaneio me fez voltar aquele dia deliciosamente vagabonds e rendeu boas risadas!
Beijos da sua amiga na Bahia P da vida com a ministra relaxa e gozada
Espero q o destino ela não seja o mesmo dos 2 troncos brancos q figuram na foto. Esse sistema de comentários só aparece p preimeiro nome do orkut, afff! (el escama)
Legal...
Eu nunca fiz nada disso...não tenho filho, não escrevi livro, nem plantei árvorte...quando eu era moleque plantei feijão no algodão...serve?
Ah, e eu já compus algumas canções...isso deve ter algum valor...hehehe.
Beijo!
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